Blog
Conheça o Askora

Documentação

FAQ Askora: Perguntas Frequentes

Reunimos as dúvidas mais comuns sobre o Askora, com respostas objetivas e práticas baseadas no Guia Técnico SPM. Primeiro você vê a lista completa de perguntas; logo abaixo estão as respostas detalhadas. Para o manual completo, acesse também SPM Askora: Guia Técnico.

Perguntas Frequentes

  1. 01 Qual é a ordem correta para implantar o Askora sem retrabalho?
  2. 02 Para que servem as organizações dentro do Askora?
  3. 03 Qual a diferença entre Master, Administrador e Vendedor?
  4. 04 Vendedores de uma organização conseguem ver dados de outra?
  5. 05 Clientes e produtos são obrigatórios para o Askora funcionar?
  6. 06 Qual a diferença entre competência mensal e personalizada?
  7. 07 Como evitar erro na competência e conflito entre ciclos ativos?
  8. 08 Em quais casos o salário base precisa ser preenchido?
  9. 09 Qual a diferença entre comissão Padrão e comissão OTE?
  10. 10 Como funciona o turbo da comissão na prática?
  11. 11 Como montar bônus com QTD, VALOR ou PERCENT sem distorcer a regra?
  12. 12 O que muda ao ativar turbo no bônus (limite, fator e excelência)?
  13. 13 API, Google Sheets ou importação criam novas regras de bônus?
  14. 14 Qual a diferença entre competição por Vendas e por Meta?
  15. 15 No Padrão, como preencher os campos do Turbo da comissão com exemplo?
  16. 16 No OTE, como o percentual adicional sobre salário entra no cálculo?
  17. 17 Com vários marcos no Turbo da comissão, qual regra final prevalece?
  18. 18 No bônus, quais campos precisam estar corretos antes de ativar Turbo?
  19. 19 Como configurar Limite do Turbo, Turbo máximo e Turbo excelência?
  20. 20 Como usar o campo de simulação para validar cálculo de bônus com Turbo?
  21. 21 Por que um lançamento pode ficar pendente de liberação?
  22. 22 Qual página usar para auditoria, edição e ajuste de lançamentos?
  23. 23 Onde acompanhar o resultado financeiro de comissão e bônus?
  24. 24 Quando usar API, Google Sheets ou importação de arquivos?
  25. 25 Quais regras da API mais geram erro (identificação, pedido e lote)?
  26. 26 Se eu descartar o Google Sheets, perco planilhas e dados do Askora?
  27. 27 Como implementar autenticação e chamadas da API com segurança?
  28. 28 Como montar o payload de vendas da API sem falhar validação?
  29. 29 Como implementar reconciliação de API em lote sem duplicidade?
  30. 30 Quando usar Planilha Única ou Planilha Individual no Google Sheets?
  31. 31 Quais colunas o Askora lê no Google Sheets e como estruturar a planilha?
  32. 32 Como funciona a sincronização do Google Sheets e o status Ativo/Inativo?

Onboarding e estrutura

1) Qual é a ordem correta para implantar o Askora sem retrabalho?

A sequência recomendada é: Organizações -> Usuários -> Performance -> Clientes/Produtos (opcional) -> Operações ou Integrações. Essa ordem evita dependência quebrada e garante que as regras da performance já estejam prontas quando os dados começarem a entrar.

2) Para que servem as organizações dentro do Askora?

Organização define escopo de operação e visibilidade. Você pode usar para separar empresa, filial, equipe ou unidade. Esse recorte impacta filtros, regras, dashboards e quem pode enxergar cada dado no sistema.

3) Qual a diferença entre Master, Administrador e Vendedor?

Master tem controle total da conta e da assinatura. Administrador tem controle operacional similar, mas apenas nas organizações vinculadas e sem gestão da assinatura. Vendedor participa da execução (vendas, bônus e competição) com visão focada no próprio resultado e no ranking.

4) Vendedores de uma organização conseguem ver dados de outra?

Não. O escopo por organização restringe a visualização do vendedor ao grupo ao qual ele pertence. Isso protege a governança e evita leitura cruzada entre equipes que não deveriam compartilhar dados operacionais.

Configuração de performance

5) Clientes e produtos são obrigatórios para o Askora funcionar?

Não. O Askora funciona sem esses cadastros. Eles são opcionais e servem para operações que querem mais padronização e detalhamento no registro de lançamentos.

6) Qual a diferença entre competência mensal e personalizada?

A competência mensal cobre um único mês de apuração. A personalizada cobre um intervalo de meses (por exemplo, um ciclo trimestral). Essa escolha define como ranking, metas e resultados serão lidos ao longo do período.

7) Como evitar erro na competência e conflito entre ciclos ativos?

Antes de salvar, valide três pontos: tipo de competência, data inicial e data final (quando houver). O período final não pode ser anterior ao inicial, e é recomendado evitar sobreposição de ciclos ativos na mesma organização para não confundir a leitura de resultado.

8) Em quais casos o salário base precisa ser preenchido?

Salário base é obrigatório quando a regra usa referência salarial: comissão OTE ou bônus com tipo de pagamento SALARY_PERCENT. Em cenários sem cálculo sobre salário, esse campo pode ficar opcional.

Comissão, bônus e competição

9) Qual a diferença entre comissão Padrão e comissão OTE?

No modo Padrão, você aplica percentual fixo sobre vendas. No modo OTE, o ganho é calculado por faixas de atingimento de meta, com bônus percentual sobre salário base. A escolha depende da estratégia de remuneração variável que você quer incentivar no ciclo.

10) Como funciona o turbo da comissão na prática?

O turbo adiciona marcos de aceleração quando o vendedor atinge determinados percentuais da meta. Em cada marco, a comissão aumenta conforme a configuração do ciclo (no Padrão, percentual de comissão; no OTE, percentual adicional sobre salário).

11) Como montar bônus com QTD, VALOR ou PERCENT sem distorcer a regra?

Defina primeiro o comportamento que quer estimular e então escolha: métrica (QTD, VALOR ou PERCENT), alvo, comparador (ABOVE, BELOW, MORE, LESS) e tipo de pagamento (FIXED ou SALARY_PERCENT). A simulação antes de salvar ajuda a validar se o resultado financeiro da regra está coerente com a operação.

12) O que muda ao ativar turbo no bônus (limite, fator e excelência)?

Com turbo ativo, o bônus pode crescer além do valor base conforme o desempenho evolui. Você pode limitar esse crescimento com fator máximo (ex.: 1,50x ou 2,00x) e definir o ponto de excelência onde o teto do turbo é atingido.

13) API, Google Sheets ou importação criam novas regras de bônus?

Não. Esses canais atualizam resultado de bônus já existente na performance (vendedor + nome + tipo + competência). A criação de regra de bônus é feita no cadastro da performance, não na integração.

14) Qual a diferença entre competição por Vendas e por Meta?

Na competição por Vendas, o ranking é ordenado pelo total vendido no ciclo. Na competição por Meta, o ranking considera percentual de atingimento da meta. Esse critério afeta o placar exibido em Home, Performance e Painel de Performance.

15) No Padrão, como preencher os campos do Turbo da comissão com exemplo?

No cadastro da comissão, ative Turbo da comissão (Ativo/Inativo). Depois crie os marcos usando Percentual da meta para ativar (%) e Percentual da comissão (%). Exemplo prático: comissão base de 2,0%; turbo com marcos em 100% e 120% da meta, pagando 2,5% e 3,0% respectivamente. Assim, quando o vendedor está abaixo de 100%, vale 2,0%; ao atingir 100%, passa para 2,5%; ao atingir 120%, passa para 3,0%.

16) No OTE, como o percentual adicional sobre salário entra no cálculo?

No OTE, o cálculo base já usa salário e faixas de meta (Meta mínima (%), Meta máxima (%), Bônus mínimo (%) e Bônus máximo (%)). Com turbo ativo, cada marco usa Percentual da meta para ativar (%) e Percentual adicional sobre salário (%). Exemplo: salário de R$ 4.000 e marco turbo com adicional de 6%. Ao atingir o marco, o adicional potencial é R$ 240 sobre a lógica base do OTE no ciclo.

17) Com vários marcos no Turbo da comissão, qual regra final prevalece?

A configuração deve ser progressiva por atingimento, sempre do menor para o maior marco em Percentual da meta para ativar (%). Na prática operacional, o cálculo acompanha o marco mais alto já atingido no período, evitando sobreposição ambígua de regras. Por isso, use marcos claros e crescentes para não criar conflito entre percentuais.

18) No bônus, quais campos precisam estar corretos antes de ativar Turbo?

Antes de ativar Turbo (opcional), a base do bônus precisa estar bem definida: Nome do bônus, Tipo de métrica (QTD / VALOR / PERCENT), Alvo (X), Regra (ABOVE / BELOW / MORE / LESS), Tipo de pagamento (FIXED / SALARY_PERCENT) e Valor do pagamento. O turbo acelera uma regra já consistente; se a base estiver mal definida, o turbo só amplifica erro.

19) Como configurar Limite do Turbo, Turbo máximo e Turbo excelência?

Ative Turbo (opcional) e, se quiser teto, habilite Limite do Turbo (opcional). Em seguida, preencha Turbo máximo (fator) e Turbo excelência (E). Exemplo: pagamento base de R$ 1.000, fator máximo 2,00 e excelência em 160. Quando o resultado atinge o ponto de excelência, o bônus pode chegar até R$ 2.000 e para de crescer acima disso.

20) Como usar o campo de simulação para validar cálculo de bônus com Turbo?

Use o campo Valor de atingimento do alvo simulado para testar cenários antes de salvar. Faça pelo menos três testes: abaixo do alvo, no alvo e acima do alvo/excelência. Isso mostra se a progressão do bônus está coerente com a estratégia e evita surpresa financeira no ciclo real.

Operação diária e leitura de resultado

21) Por que um lançamento pode ficar pendente de liberação?

Isso acontece por regra de permissão. Normalmente, vendedor envia e o lançamento entra em fluxo de liberação para aprovação ou negação do gestor. Master e Administrador podem ter lançamento direto, conforme a configuração operacional da conta.

22) Qual página usar para auditoria, edição e ajuste de lançamentos?

A página indicada é o Painel de Lançamentos (/painel-lancamentos). Ela concentra busca detalhada, edição, exclusão, exportação e rastreabilidade para correções operacionais.

23) Onde acompanhar o resultado financeiro de comissão e bônus?

Use Resultados/Comissões (/resultados e /comissoes). Esse é o ponto de leitura consolidada do ciclo, com filtros por performance, organização e vendedor.

Integrações e troubleshooting

24) Quando usar API, Google Sheets ou importação de arquivos?

API é ideal para integração sistema a sistema com alto nível de automação. Google Sheets funciona bem para operação colaborativa em planilha com sincronização recorrente. Importação (Excel/CSV) é recomendada para cargas pontuais, retroativas ou migração de base.

25) Quais regras da API mais geram erro (identificação, pedido e lote)?

As falhas mais comuns são: enviar email_vendedor e link_vendedor juntos, usar pedido não estável em vendas e ultrapassar o limite de 500 itens por requisição em reconciliação. Na API, use sempre um único identificador de vendedor por item e mantenha o pedido como chave confiável para evitar duplicidade.

26) Se eu descartar o Google Sheets, perco planilhas e dados do Askora?

Não. Ao descartar, você remove apenas o vínculo da integração. As planilhas continuam no Google Drive e os lançamentos já sincronizados no Askora não são apagados por esse descarte.

27) Como implementar autenticação e chamadas da API com segurança?

Gere a chave em /desenvolvedor e envie no header Authorization: Bearer SUA_CHAVE. Padronize timeout e retentativa no integrador, e registre o retorno de cada chamada para auditoria. Em produção, guarde a chave em variável de ambiente e nunca fixa no código cliente.

28) Como montar o payload de vendas da API sem falhar validação?

Em cada item de venda, envie: um identificador de vendedor (email_vendedor ou link_vendedor), pedido, data_venda em AAAA-MM-DD e valor numérico. Antes do envio, valide formato de data, número e duplicidade de pedido no seu sistema origem. Esse pré-validador reduz rejeição de payload e retrabalho no fechamento.

29) Como implementar reconciliação de API em lote sem duplicidade?

Envie lotes no formato { "items": [ ... ] } com no máximo 500 itens por requisição. Para vendas, trate pedido como chave estável e use status para controlar ciclo de vida: Ativo cria/atualiza e Inativo arquiva. Também é recomendado armazenar o resultado por item (processado, erro, pulado) para reenvio apenas do que falhou.

30) Quando usar Planilha Única ou Planilha Individual no Google Sheets?

Use Planilha Única quando uma pessoa centraliza o preenchimento e consegue manter governança do arquivo. Use Planilha Individual quando cada vendedor alimenta sua própria base. Na Única, o campo id_vendedor é obrigatório nas linhas; na Individual, o vínculo já vem do card do vendedor.

31) Quais colunas o Askora lê no Google Sheets e como estruturar a planilha?

Em vendas, a leitura técnica é no intervalo A:F. Em bônus, a leitura é A:Z com mapeamento por cabeçalho obrigatório. Colunas extras podem existir para controle interno, desde que os campos obrigatórios estejam corretos e padronizados. Na prática, mantenha uma aba de validação para checar preenchimento antes da sincronização automática.

32) Como funciona a sincronização do Google Sheets e o status Ativo/Inativo?

Depois de vincular, a sincronização ocorre de forma recorrente. Para vendas, Ativo cria/atualiza e Inativo arquiva pelo identificador do pedido; para bônus, a planilha atualiza resultado de regra já existente na performance. Se descartar a integração, o vínculo é removido, mas os arquivos no Drive e os dados já registrados no Askora permanecem.